LEI ROUANET

Música gospel pode ser reconhecida como manifestação cultural

Para muitos leigos, ignorantes e desavisados, a música evangélica não passa de um ‘simples elemento de uma religião’. Isso porque, para essas pessoas, a música sacra não pode ser comparada às manifestações culturais no universo secular.

Porém, esta consciência pode mudar. E deve. Um projeto de lei complementar, de autoria do deputado e bispo Robson Rodovalho (DEM-DF) visa uma pequena alteração na Lei Rouanet e que estabelece o reconhecimento da música evangélica como uma manifestação cultural.

Ou seja: se o Congresso aprovar, bandas, cantores e outros artistas evangélicos poderão ser beneficiados com incentivos financeiros de empresas privadas (logo estas receberão isenções de impostos e outros tributos), algo que até então não acontecia.

O autor do projeto justificou que a música nas igrejas é muito mais que uma manifestação nos momentos de louvores. Ela também é utilizada no trabalho social, no resgate de jovens e adolescentes das drogas e do crime. Isso sem contar as inúmeras orquestras que são formadas dentro dos templos.



O projeto, porém, excetua dessa possibilidade os eventos de música gospel promovidos por igrejas. A matéria já foi acatada pela Comissão de Assuntos Econômicos e tem o senador Papaléo Paes (PSDB-AP) como relator.

Quatro por Um, Filhos do Homem (acima) e Juninho Afram (ao lado), alguns dos principais representantes da

música gospel no Brasil:

somente religião?

(Fotos: Fábio Cavalcante/ Bruno Freitas/ Divulgação)



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