NOTE-SE! 24.11.10

Paz!

Muitas pessoas devem se questionar a respeito de sua própria ‘religiosidade’. Isso porque falamos muito e não vivemos o que não falamos. E só o falamos porque achamos bonito, reconfortante e o tomamos por verdadeiro.

Não quero dizer aqui que o Evangelho é uma mentira. Pelo contrário, o poder de Deus liberta, tira o homem do mundo mal do pecado e o coloca na luz, em uma situação bem melhor que antes.

Porém, nós mentimos a nós mesmos. Queremos que os outros acreditem em nossa fé (ou pseudo-fé), mas nem nós queremos acreditar. Os problemas, as dificuldades, os tropeços da caminhada põem em dúvida tudo o que deveríamos acreditar e não o fazemos.

Salmos 55:22 dá uma boa idéia do que devemos fazer nessas horas difíceis: “Lança teu cuidado (ou fardo) sobre o Senhor, e ele te sustentará: nunca permitirá que o justo seja abalado”. Em outras traduções diz “… nunca permitirá que o justo seja confundido”.

Nós devemos procurar a firmeza de nossa fé. É a clássica história do homem que edifica sua casa sobre a rocha (Mt 7:24) e ainda que as ondas sejam fortes, nada o abala. Troque aí “onda” por dúvida, falsas doutrinas, vãs sutilezas, heresias, pecado e por aí vai.

O que ocorre é que muitos de nós edificam suas ‘casas espirituais’ em líderes, em pastores, em bandeiras ou placas de igrejas, em artistas da música, em ícones da fé cristã, que são tão pecadores como eles e que carecem de Deus como qualquer outra pessoa. Tal edificação não dura à menor ventania, e tudo vem abaixo.

Assim, devemos estar firmados unicamente na rocha verdadeira, que é Jesus, o Cristo, o Filho de Deus, o Salvador, aquele que sofreu bastante para que nós não estivéssemos padecendo nesse mundo mal.

Não importa quantos ateus, agnósticos e incrédulos de todos os naipes existam em nosso meio. Nada disso pode nos abater, ou nos fazer pensar que vivemos uma fantasia. Basta seguirmos em frente, conhecendo ao Senhor (Os 6:3) e fazendo-o se revelar dentro de nós.

Censura?

Enquanto o SBT negocia com Silas Malafaia, Valdemiro Santiago e R.R Soares para a cessão de um espaço na emissora a eles, outras redes anunciaram que vão reduzir o tempo dedicado à pregações em sua grade de programação.

A Rede TV! É uma delas, que divulgou esta semana seu novo planejamento estratégico, que entre tantas coisas visa a eliminação da venda de espaços destinado a grupos evangélicos. Isso, até o ano 2015.

A TV Brasil, controlada pelo Governo Federal, também deve tirar do ar programas tanto católicos como evangélicos. Embora o tema religião não seja banido completamente, a idéia é não enfatizar esta ou aquela religião (o Estado é laico, né?).

Para isso, foi feita consulta pública sobre o tema, mostrando que de 140 propostas apresentadas, 118 pediam a manutenção da programação. O engraçado é que apenas 13 reivindicavam a exclusão dos programas com o argumento de que o Estado brasileiro é laico.

Sensual ao extremo

A voluptuosa cantora Beyoncé Knowles novamente atraiu a atenção (no bom sentido) de organizações cristãs dos Estados Unidos. O lançamento em vídeo de uma nova marca de perfume, que tem a artista como garota propaganda, foi duramente criticado por se tratar de um material erótico aos extremos.

No anúncio na TV, Beyoncé aparece rebolando mais do que normal, em gestos mais do que sensuais. Os críticos consideraram que o material não deveria ter sido exibido antes das 19h30, pois muitas crianças e adolescentes o viram com certeza.

Além disso, Os jovens são influenciados, não pela ênfase na sexualidade, mas pela busca pelo corpo perfeito, o que leva muitos a optar pela bulimia, anorexia e outros excessos. Claro que tanta crítica não levou a nada e o tal perfume se tornou um sucesso. E a musa calipígia também, obviamente.

Restart Gospel

Diz a Palavra que “Maldito é o homem que confia em outro homem…” (Jr 17:5). Podemos dizer também que maldito é todo aquele que segue, idolatra e copia o que outro homem, ou um grupo de homens, faz. Seguindo esse raciocínio, surge no cenário gospel nacional uma cópia fiel das bandas do gênero Happy Rock, como Fresno, NX-Zero, Cine e Restart.

É o Yunick, versão ‘evangelizada’ das referidas bandas, que copia não só o uso penteados malucos e roupas coloridas, mas também o péssimo hábito de usar letras bobinhas e sem sentido algum. E sem falar também nos acordes mais do que primários nas canções.

A banda prega que o jovem crente pode ser maluco, usar piercing, roupas extravagantes, tatuagem, ser sensível e possuir até gênero discutível. O que importa é sua fé em Cristo e nada mais. O álbum “Deus está no controle” faz o maior sucesso. Mas só lá pelas bandas do Sudeste. Ainda bem! E tomara que nem chegue por aqui…

CHARGE

JASIEL BOTELHO

Enquanto isso, em Brasília…

www.jasielbotelho.blogspot.com

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