PROGRAMA UNIVERSO GOSPEL – 3º Programa foi um dos mais “ferrenhos”

Com tripla apresentação, o programa Universo Gospel do último sábado (16) foi marcado por polêmicas, em torno do tema “Todos os estilos musicais podem ser utilizados na adoração?”. O programa é transmitido todos os sábados, das 10h às 14h (horário de Boa Vista-RR), na web rádio Tô na Rocha (www.tonarocha.com.br).

O programa teve apresentação dos fundadores do Universo Gospel, Fábio Cavalcante, Fabrício Santos e Adriana Muniz

A apresentação foi feita pelo jornalista Fábio Cavalcante, ladeado pelos exímios Fabrício Santos e Adriana Muniz, sendo os três os fundadores do Universo Gospel Comunicações. O público participava através do grupo da rádio Tô na Rocha no Facebook e pela página do Universo Gospel, também na rede social.

Boa parte dos que opinaram se posicionaram a favor de que os estilos musicais, como rock, pop, reggae, hip hop, entre outros, podem ser utilizados por ministérios de louvor nos cânticos congregacionais, desde que haja o bom senso e o uso da ética cristã. Poucas pessoas foram as que defenderam um ‘apartheid’ musical.

O programa também serviu para a conscientização e pela cobrança de uma nova postura por parte dos líderes eclesiásticos para com a classe musical. Como o trio de apresentadores também é formado por músicos, cada um deu um exemplo de vida a respeito, contando cada dificuldade vivida ao longo da trajetória.

Para o jornalista Fábio Cavalcante, os próximos programas prometem mais temas polêmicos, coisas que poucos ousam abordar. A ideia é levar mais esclarecimentos ao povo cristão, que está preso na ignorância, na maioria dos casos, por conta da liderança eclesiástica.

“No programa deste sábado, mexemos num ‘vespeiro’. Mas muita gente passou a refletir mais sobre como as coisas são conduzidas nas igrejas. Algumas coisas são tabus, mas outras barreiras podem ser quebradas. Aguardem os próximos programas, pois a coisa vai ‘esquentar’ ainda mais”.

Confira algumas opiniões:

Acho que ser igual ao mundo não é forma de evangelização! Agora, as igrejas, para evangelizar, deve fazer algo diferente, algo que conquiste o jovem e não pelo fato de mudar só a letra do hino e o ritmo ser o mesmo! Realmente eu gosto de algumas, mais nos momento de lazer, como retiro ou aniversario! Mais esses ritmo, não acho muito como  forma de adoração” (Nagislene Soares)

 

Temos que ser separados, mais não excluídos. Deus criou todos os ritmos e, na minha opinião, dentro da sua santidade podemos usar todos eles para honra e para gloria do nome Dele. E vamos dança como o rei Davi! Na verdade, tem que existir um bom discernimento da banda que esta tocando. Você não vai tocar um axé num culto de adoração, mas sim em eventos mais abertos. E pra um publico especifico

Rodrigo Guedes, músico e produtor

O fato é que a maioria das igrejas, em vez de conquistarem jovens com novas formas de evangelismo, está levando o tradicionalismo muito a serio

Eduardo Kiko, músico

Se não esquecermos do proposito do Evangelho, que não tem nada haver com dinheiro, modismo, etc., e sim com salvação, nós respondemos essa pergunta sem dificuldades. Adorar a Deus com todos os ritmos nos dá a possibilidade de alcançar o maior numero de pessoas possível, tornando Deus mais acessível, e não restrito a um grupo. Acho que todos os ritmos devem ser usados para adorar a Deus, apesar de ter minhas preferencias musicais. Mas para isso, temos que ampliar nosso conceito de adoração

Abraão Batista, músico

Creio que tudo tem haver com a cultura. A questão maior aí não é o estilo, e sim, a mensagem que esse estilo leva e da maneira que levamos. Como por exemplo, um pagode. É um estilo que muitos criticam. A questão é que o povo olha muito para o mundo e toma como exemplo. O ritmo não é o pecado, mas a expressão corporal pode se tornar

Marcelo Anderson, vídeo editor/ Grupo Clickbv

Ouvi quando vocês comentaram sobre as canções que, de certa forma, distorcem a Palavra de Deus. A canção que vocês comentaram (O Sonho de José) do Matos Nascimento e André Valadão, sobre a história de José do Egito, é totalmente contrária ao que está escrito na Bíblia. José não procurou qualquer benesse de Deus. Os sonhos que ele teve foram sonhos dados por Deus, não para seu benefício próprio, e sim para o bem da nação de Israel e do Egito

Luiz Cláudio Duarte,  líder juvenil

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