Mais uma jornada iniciada

CorridaO ano de 2015 começou. E com ele, se iniciaram as esperanças para novas realizações, novos desafios e muitos outros obstáculos a serem superados, coisas que em 2014 não foram possíveis. E ter renovada a esperança é algo muito bom a ser feito, contando que mais uma vez não fique apenas nos projetos de vida, ou nas resoluções de fim de ano.

O ano anterior foi complicado para a igreja, não só brasileira, como também mundialmente falando. A ojeriza aumentou; O teísmo decresceu; a sanha dos que só querem o fim da fé e que lutam incansavelmente por sua banalização cresce a cada segundo. Pastores foram presos; outros são torturados nos países sem liberdade religiosa. Diante desse quadro, o que faz a igreja para contrapor esses ideais insanos?

A resposta é: a igreja está dividida entre os que pregam a verdade e os que amam viver a mentira; entre os que anunciam a salvação pela fé e os que defendem a recompensa pelas contribuições financeiras; entre os que exaltam a majestade divina e os que erguem templos que deveriam ficar na condição de pedras sobre pedras; dos que morrem pela causa cristã e os que matam o Evangelho na mente das pessoas com o entretenimento.

Como se pode ver, o quadro não é o dos melhores. E essa disparidade só aumenta, sendo que um dos lados fica ainda mais grotesco. E não é o lado agradável aos olhos do Criador. A igreja precisa entender seu real papel neste mundo e este não é o de alimentar o ego de quem quer que seja. Mas o de inserir na mente humana a realidade desta vida, a necessidade de todos alcançarem a Salvação conquistada por Cristo.

Enquanto todos não forem devidamente alertados, o trabalho vai continuar. E o Evangelho ainda será anunciado, mesmo em meio as dificuldades encontradas pelo caminho, mesmo diante do opróbio, dos alvitres, da chacota e da ojeriza. Não podemos nos deixar ser abatidos pelas forças contrárias, quando o próprio Deus é a nossa força.

De todos os lados somos pressionados, mas não desanimados; ficamos perplexos, mas não desesperados; somos perseguidos, mas não abandonados; abatidos, mas não destruídos. Trazemos sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo. Pois nós, que estamos vivos, somos sempre entregues à morte por amor a Jesus, para que a sua vida também se manifeste em nosso corpo mortal” (2 Coríntios 4:8-11).

Por Fábio Cavalcante (@Fabiocbv) – Jornalista, editor-chefe do Portal Universo Gospel e diretor-geral do Universo Gospel Comunicações. E-mail: fabio.cbv@hotmail.com.

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